Escrever um som, viajar pra longe
Desvendar caminhos com a leveza de monge
Ou escrever com espinhos a altura do grito
Criar lugares, personagens e conflitos
Falar de fé e de coragem, sonhos bonitos
Fraquezas escritas em mesas
Em cadernos, folhas, chão, web e nas cabeças
C pensa?! Q quando escrevo vejo?
Vejo! A cena da luta, da raiva, do amor e do beijo
Sinto fome, asniedade, e o gosto das palavras
Nada importa, nada me cala
A palavra se apresenta e logo se instala
A chave que fecha o verso está lá.
Manu Lavinas

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