Falar em coletividade, em união, é muito mais simples do que agir e pensar em prol do todo.
Somos seres errantes, mas acredito na tentativa do acerto.
Deixar de lado centelhas individuais, lutar contra o egocentrismo e buscar o que de fato é o melhor para todos.
Arte deve ser este espaço de troca, onde todos trazem suas individualidades expressivas para uma teia, tecida por cada um que se integra com a sua parte.
A cada dia que a Attitude Coletiva toca seu som nasce mais uma história, por vezes com poucos e por outras com muitos novos personagens, com suas semelhanças e diferenças que só enriquecem a diversidade.
O artista deve ser o mais pobre de ego e o mais rico em humildade, para que sua obra expresse verdade e que seu público faça parte dela.



